O sítio da Outra História utiliza cookies. Ao navegar está a consentir a sua utilização. Pode saber mais sobre a nossa Política de Cookies aqui. Aceitar e fechar

Conceito

Andorinha

Por tratar-se de uma ave migratória, simboliza o Movimento, pelo que está intimamente relacionada com a Viagem e o Turismo.

Das cinco espécies existentes em Portugal, duas delas (andorinha dos beirais e andorinha das chaminés) fazem o seu ninho em construções arquitetónicas, ou seja, no património edificado. Neste sentido, a andorinha faz a transição entre o património natural e o património construído pelo ser humano, e relaciona-se com este último.

A andorinha é uma ave com memória, que ano após ano regressa sazonalmente ao seu ninho, e nesta medida identifica-se com a memória histórica, no papel de mensageira do tempo, ao anunciar a chegada da primavera.

No conto «O Príncipe Feliz» de Oscar Wilde, a andorinha transporta uma mensagem de responsabilidade social, que se prende com o papel do nosso projeto na mediação entre a História da Arte e os diferentes públicos, na transmissão e evolução do conhecimento, a par dos valores da sensibilização patrimonial.

É, por excelência, um símbolo de Portugal, presente no artesanato tradicional, mas também é vista como amuleto, sinal de liberdade, amor e fidelidade.

Cores

Azul-esverdeado: inspirado na Natureza, confere uma nota de juventude e frescura à marca. Transmite o objetivo de rejuvenescer o interesse pela História e pelo património cultural, ao mesmo tempo que se liga ao conceito de Outra História: uma História renovada, refrescante e alternativa.

 

Cinzento: representa a diversidade de pontos de vista a que a História é sujeita. Porque na História nem tudo é preto e branco, promovemos a discussão dos factos históricos relacionados com o património, com o devido respeito pela objetividade e pelo conhecimento científico produzido.

"OUTRA”, no sentido de diferenciadora e alternativa, em relação às visitas guiadas habituais. Aqui, as histórias são construídas à medida dos interesses e da disponibilidade do cliente, mas sempre com o enfoque na História, contada de forma objectiva, por um historiador da arte.

Cada visita é uma história diferente das outras, o que a torna uma experiência especial e enriquecedora, quer em termos da partilha de conhecimentos, quer na sua vertente humana.

A expressão "OUTRA” desperta a curiosidade, abre a mente para o inesperado, para uma nova abordagem ao património e à História.

Um projecto inovador, em permanente construção, que procura criar outros percursos, outras visitas temáticas, estimular outros pontos de vista sobre o território, a gastronomia, as artes, o património e como nos vemos a nós próprios.

Outra História significa também uma História renovada, contada num discurso adaptado ao público e às suas características, como a idade ou o nível de interesse no tema. Procuramos adaptar os conteúdos às pessoas com quem os partilhamos, e não o contrário. Estabelecem-se comparações com a actualidade, sempre numa perspectiva de boa disposição, para aprendermos e reflectirmos em conjunto sobre a História da Arte e promover o diálogo entre pontos de visita.

Designação em língua portuguesa, ancorada no território nacional, onde actua. No entanto, a palavra “História” é perfeitamente percetível em Inglês (língua universal) e noutras línguas, o que facilita a compreensão do público estrangeiro relativamente à temática histórica das visitas. Os clientes estrangeiros passam assim a conhecer uma expressão idiomática e novo vocabulário em Português.

Responsabilidade social: este projecto assume-se como intermediário entre o património, os artistas, o mundo académico, a comunidade e os turistas, contribuindo activamente para a visibilidade dos territórios, para a sensibilização patrimonial e para conservação efectiva do património visitado.

A designação do projecto relaciona-se com o logotipo, na medida em que a Andorinha representa o movimento migratório do Turismo. Ao mesmo tempo, trata-se de uma ave mensageira, uma interlocutora que descodifica, neste contexto, a linguagem científica da História da Arte, adaptando-a ao discurso do público, e que simboliza, assim, a partilha de conhecimento.

A História assume-se, assim, como um pretexto para conhecer novos lugares, ter outras perspetivas sobre a História e a Arte, entrar em edifícios habitualmente encerrados ao público, e viver experiências únicas.